Devemos beijar sem nenhum amor? Abraçar sem nenhum carinho? Devemos dançar sem nenhuma música? Para agradar a quem, senão a nós mesmos? Para viver a verdade de quem, senão a nossa? Uma tirania emocional de uma sociedade que quer ditar mais do que simples costumes, mas valores. Não precisamos aceitar nenhum dito, senão o nosso, porque é nossa a única aprovação de que precisamos.

Que cada pessoa que quer se guardar para alguém especial, para um dia especial, porque considera essa troca de carinho muito significativa, tenha a liberdade para escolher, sem pressão, e sem sofrer preconceito por qualquer motivo. A perda da virgindade, como tantas outras, é uma escolha pessoal, não coletiva. É apenas uma questão de maturidade que algumas pessoas tenham essa consciência.
Afinal, que a primeira vez de alguém seja de corpo e de alma, ou que não seja nenhum dos dois.
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