
Queimem as árvores e floresta à frente,
Salguem as terras de seus oponentes,
Encerrem sua linhagem, deixem o pó.
Sangrem a vida para fora de cada,
Dos mestres e de suas bestas, e,
Deixem para trás cidades vazias.
Mantenham a guerra dos monstros,
Para sempre, longe de nossas casas,
E do olhar puro das nossas crianças,
Com a proteção de nosso braço forte.
Ergam as nossas bandeiras, e gritem:
“Lutamos a melhor das lutas, e morremos,
Mas, deixamos a todos o legado de paz”
Enquanto a guerra prosseguiu, bestial,
Sádica, incontrolável, e sem propósito.
Ao final das contas, somos os mesmos:
Lado a lado, ou separados por espadas,
Nascemos, lutamos, e morremos loucos,
Todos, nessa miséria de nossos ideais,
Navegando, cegos, para o grande vazio.
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